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A dor da dor

Eu sempre tive muito medo de lidar com a morte.

Tinha muito medo de perder os meus avôs. Não imaginava sequer essa possibilidade. E acabei perdendo o meu pai. Nesse ano tive duas grandes perdas. Em janeiro, perdi minha avó, mãe do meu pai. Porém todo o nosso sofrimento foi massacrado dentro de nós mesmos. Porque naquele momento, nossa luta tinha que continuar em razão da recuperação do meu pai, que perdeu sua mãe também na luta contra o câncer.

Foi duro. E alguns meses mais tarde, vi que meu pai depois de acabar o tratamento, estava ficando debilitado. Até 20 dias antes de falecer ele dirigia, ficava bravo, comia o que tinha vontade.

Todos os dias que eu saia a noite, eu chegava em casa e meu pai levantava para tomar água. Me lembro a última vez que ele fez isso sozinho. Acabei de entrar no meu quarto  e escutei ele caindo. Depois daquele dia, meu pai nunca mais levantou da cama sozinho. Era a 3° queda. Com dificuldades, começou andar na cadeira de roda. Alguns dias mais tarde, descobrimos que a diabete dele estava em 500, ele que nunca sofreu disso. Ficou internado por 04 dias. E no último dia, ouvir do médico que ele teria pouco tempo conosco foi a maior dor da minha vida. Mais eu tinha fé que tudo ia dar certo. Eu pedia para Deus e todos os santos possíveis a cura. Mais depois de 01 dia em casa, ele faleceu.

Junto com ele, foram os meus sonhos. Minha vontade de viver, minha vontade de sorrir.

O que mantem viva, é saber que minha mãe está aqui comigo. Que meu namorado está do meu lado, e que minhas irmãs sempre estão  presentes. E que meu cachorro precisa do meu amor.

Muitas coisas perderam o sentido. E eu não sei se acredito mais em Deus.

Não consigo entender porque essas coisas acontecem com pessoas como o meu pai. Que sempre quis o bem...e sempre fez o bem!


Até logo!


Luzinha



Escrito por Luzinha às 18h49
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Nossa!!! Faz muito tempo que não posto nada. Migrei para o blogspot, mais tive minha foto roubada e usada indevidamente. E isso me fez desanimar um pouco da blogesfera.

Mais devido aos últimos acontecimentos em minha vida, decidi voltar para esse meu cantinho de tantas histórias.

Hoje faz exatamente 34 dias que eu perdi meu pai. Fazia 11 meses que ele lutava contra um câncer no esôfago. Foram 11 meses de luta, de força, de desespero, muitas lágrimas e muito amor. Hoje me sinto perdida. Sem chão, sem razão, sem vontades. Mais também me sinto aliviada em não ver meu pai sofrer daquela maneira.

Ficam dúvidas. Afinal, meu pai era um homem tão bom! Um grande pai. Um grande Homem. E tem tanta gente ruim nesse mundo. Mais a vida é assim e não tem jeito. Todos nós vamos passar por isso algum dia.

E eu quero desabafar. E preciso gritar para o mundo toda essa tristeza que está dentro de mim. E isso começa hoje!

Estou de volta.

Boa terça - feira!!!!

Logo eu volto...

Beijos



Escrito por Luzinha às 07h59
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Migrei

Meus queridos.....não resisti as mudanças e migrei para o blogspot.

Espero todos por lá!!!

http://consumacomoderacao.blogspot.com/

Beijos!!!



Escrito por Luzinha às 13h12
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Férias!!!

Bom dia!!!! Cheguei logo cedo para avisar que já estou de FÉRIAS!!! Muitoo merecidas por sinal...

E volto cheiaaaa de novidades!!!! Mais antes vou fazer minhas comprinhas de natal!!

Bom final de semana....

Devo voltar com o blog hospedado com BlogSpot....ESTOU RESOLVENDO...mais eu coloco o link!!

Bjos

 



Escrito por Luzinha às 09h01
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Diante dos últimos acontecimentos na Cidade Maravilhosa, nada como pedir PAZ!

Acompanhei cada detalhe dessa guerra contra o tráfico de drogas, e posso dizer que eu confio na polícia e acho que eles estão começando a fazer um bom trabalho.

Claro que também depende de nós, a população toda denunciar e não permitir que atos ilegais façam parte de nossas vidas! Para que daqui para frente todos podem ter uma vida em liberdade.

Chega de violência!!

Boa semana...

Beijos da Luzinha



Escrito por Luzinha às 21h17
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Oi amores!

Esse ano voou, estamos quase em dezembro, o clima de natal já invadiu lojas, shoppings, casas e tudo o que tem direito. Apesar de não gostar muito de natal, confesso que o clima natalino já está tomando conta de mim.

Esse ano eu falei que ia fazer a lista de presente antes e já comprar antecipado, mais chegou dezembro e nada! E eu detesto loja cheia...

Mais enfim...Final de ano, correria total para deixar tudo pronto para as minhas férias, que eu acho pura ilusão, você trabalha dobrado para sair de férias e quando volta (sem dinheiro nenhum), tem o triplo de trabalho e muitas chateações por alguns dias de descanso. Eu adoro férias e se não saio eu fico louca, mais que isso é pura ilusão é.

E falando em férias, meu novo vício que é filme e filmes e filmes... Fui ao cinema no último final de semana assistir ao filme Tropa de Elite 2 e confesso que fiquei assustada com a história, apesar de dizer logo no inicio do filme que “qualquer semelhança com a realidade é apenas uma coincidência. Essa é uma obra de ficção.” , todos nós sabemos que isso faz parte de nossa realidade e que os maiores bandidos que existem são as pessoas que dirigem nosso país. Triste. Vale a pena assistir quem ainda não viu.

 

Tropa de Elite 2

 

 

 

Wagner Moura retoma o personagem mais marcante de sua carreira, o capitão Nascimento. Dez anos mais velho, cresce na carreira: passa a ser comandante geral do BOPE, e depois Sub Secretário de Inteligência. Em suas novas funções, Nascimento faz o BOPE crescer e coloca o tráfico de drogas de joelhos, mas não percebe que ao fazê-lo, está ajudando aos seus verdadeiros inimigos: policiais e políticos corruptos, com interesses eleitoreiros. Agora, os inimigos de Nascimento, são bem mais perigosos.

Mais detalhes só conferir no site www.tropa2.com.br          

Beijos e boa semana.

Luzinha



Escrito por Luzinha às 14h09
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Estou ficando viciada em filmes!!! Toda semana corro para a locadora. Já que cinema aqui é bem fraquinho!!!

Hoje um dia com chuva, depois de um feriado prolongado e dias de muito trabalho, nada melhor do que ficar debaixo do edredom com pipoca e filme...mais estou completamente sem sugestões. Quem tiver dicas pode me passar.

Agora vai a minha dica:

Lembranças

Gênero: Drama
Duração: 118min

Estréia: EUA-Brasil - 12 de março de 2010

Classificação: 12 anos

Mesmo depois de muitos anos após o estudante Tyler Roth ter perdido seu irmão, que cometeu suicídio, ele não consegue se recuperar da extrema dor que sente. Nesse meio tempo, ele conhece Ally, a filha de um policial, que teve sua mãe brutalmente assassinada. Percebendo que pode compartilhar seu pesar com ela, os dois acabam se apaixonando, numa tentativa de tentar através do amor, se libertar da angústia. Assim, Tyler descobre que a perda pode ser superada e a amargura que envenenava sua alma pode ser curada, levando uma vida junto de Ally.

 Lindo filme.....vale a pena

Beijos da Luzinha



Escrito por Luzinha às 12h07
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Quanto tempo longe daqui. E as mesmas desculpas de sempre. Falta de tempo! Total! Estudar e trabalhar estão me consumindo bastante!

 

Mais enfim...Vamos ao que interessa!

 

Sinto-me no meio do caminho com os meus vinte e poucos anos, vários amigos se casando, formando famílias, filhos chegando, dividindo despesas e eu bem longe disso.

Ainda não me bateu aquela vontade de me casar e o desespero também não chegou. Pelo menos ainda não.

Porque não adianta, uma hora um dos dois chegam. Cedo ou tarde o relógio feminino começa apitar e não tem jeito.

Quando era adolescente eu dizia que ia me casar aos 24 e com 25 queria ter o primeiro filho, mais também queria ter terminado a faculdade, ter meu carro, minhas coisas...Conquistas minhas.

Hoje aos 26 anos, já estou formada faz alguns anos, tenho carro, moto, independência financeira, falo 2 idiomas, estou começando a aprender o terceiro, quero fazer MBA, arrumar um bom emprego em uma cargo de liderança e só depois penso em me casar.

Mesmo com toda a minha independência, tenho pavor em pensar que em algum momento vou ter que sair da casa dos meus pais e perder a mordomia de filha caçula.

Sinceramente não estou preparada para sair de casa. Nem para morar sozinha e muito menos para me casar.

Nunca pensei que seria tão difícil sair da casa dos meus pais, e olha que eu já morei com amigas na época da faculdade, só que alguns detalhes fazem toda a diferença, porque saindo de casa agora não vou poder voltar com a mala cheia de roupa suja.

Minhas amigas casadas dizem que eu ainda não encontrei a pessoa certa, outras dizem que casamento não é um mar de rosas e que é melhor ficar solteira e aproveitar a vida por mais alguns anos.

A verdade é que eu tenho receio em saber que casamento não é um conto de fadas e que na lua de mel o príncipe pode virar sapo, e que chegando do trabalho vou ter jornada dupla, porque a mordomia da casa dos pais acabou.

Ufa. Não é fácil chegar nessa fase da vida. Sorte de quem achou o caminho e deu certo, e quem não deu sempre é tempo de tentar mais uma vez.

Quando minha hora chegar todos vão saber, ninguém precisa ficar perguntando ok¿ Porque isso é muito chato! E algumas pessoas não se tocam. Nunca!

 

É isso...

 

Beijos da Luzinha



Escrito por Luzinha às 21h33
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Leão ou Gazela

"Todas as manhãs em algum lugar da África...

Uma Gazela acorda e sabe que terá que correr mais rápido que o mais rápido dos leões , para não morrer.

Todas as manhãs em algum lugar da África...

Um Leão acorda e sabe que terá que correr mais rápido que a mais lenta das Gazelas, para não morrer de fome.

Portanto, não importa se você é um leão ou uma gazela.

Quando o sol surgir, com certeza será melhor começar a correr.

O único lugar onde RESULTADO, SALÁRIO E SUCESSO vem antes de TRABALHO é no dicionário."

(Parábola Africana)

Li esse texto no fundo de um cardápio em um restaurante. E não preciso dizer mais nada.....o texto diz tudo...

Beijos

Luzinha



Escrito por Luzinha às 22h14
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Não sei exatamente o que leva uma pessoa a tirar a vida de outra de maneiras tão cruéis e absurdas.

A cada dia fico mais impressionada com os atos bárbaros que vejo nos jornais.

E a cada dia aumentam mais e mais esses casos.

O amor leva ao ódio tanto assim? A pessoa querer seguir caminhos diferentes dos seus é motivo para alguém acabar com a vida dela? Será que a pessoa que faz isso não percebe que ela também acaba com a própria vida?

O ex goleiro Bruno, por exemplo, jogou tudo no lixo para não ter que reconhecer um suposto filho. Ah para tudo! Isso não pode continuar.

É claro que existem casos isolados, mais a maioria das mulheres vitimas do parceiro, são aquelas que depois de apanhar, continuam como se nada tivesse acontecido, ou vão lá, denunciam e depois dizem que não conseguem viver sem aquele homem. Nós mulheres precisamos nos dar mais respeito, nos amar mais.

Outro dia assistindo o jornal que a Lei Maria da Penha não se aplicou no caso da Eliza Samudio porque ela mantinha somente relações sexuais com o Bruno, e todo mundo condenou a juíza. Mais e ai vai a pergunta. Se ela estivesse sendo beneficiada pela lei, ela não teria morrido? Claro, que teria. Ela iria da mesma maneira atrás dele. E é isso que acontece com muitas. Colocam os caras na Lei de manhã e a noite estão dividindo a mesma cama.

São casos para rever os conceitos. Muitas pessoas precisam rever os conceitos.

O que me dá mais medo é saber que isso se tornou tão comum, e em muitos casos nada acontece que fica difícil escolher quem está do nosso lado.

Ufa... Não gosto de usar meu blog para postar assuntos tão polêmicos como esse. Mais até quando isso vai continuar assim? Quando as leis no nosso país serão melhores aplicadas?

 

É isso.

 

Até breve.

 

Luzinha



Escrito por Luzinha às 14h03
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Depois de sumir por mais um período eis que aqui estou novamente...

 

Fomos eliminados da Copa do Mundo, mais ainda somos o único país com mais títulos na história.

Ser eliminado, perder, não chegar ao fim, faz parte do processo. Ninguém pode só ganhar. Senão não teria graça alguma.

Muitas foram as criticas a nossa seleção e ao ex - técnico da seleção Dunga. Eu acredito que todos que estavam representando o Brasil e também as outras seleções deram o melhor de si, lutaram com raça, e fizeram o seu melhor. Todos os jogadores de todas as nações são os melhores, só vai fera para o mundial. Como falou o nosso “goleiro” Júlio César são 11 contra 11.

E todos esses 11 carregam a responsabilidade e sonho de milhões de pessoas do seu país. A magia, a paixão, o fascínio e a felicidade que a Copa do Mundo exerce no mundo todo são incríveis. É arrepiante. Emocionante.

Eu adoro futebol. Acompanhei todos os jogos possíveis. Torci muito pelo Brasil, desejei ver um time do continente africano na final. E não vejo a hora de chegar 2014 para poder sentir mais perto a emoção que uma Copa do Mundo exerce nas pessoas.

 

Não fomos campeões do mundo em 2010, mais fomos Guerreiros...

 

Valeu Seleção!! 2014 tentamos mais uma vez.

 

Beijos

 

Luzinha



Escrito por Luzinha às 13h47
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Não....eu não desisti. Eu sumi por uns tempos! Mais por falta de tempo do que preguiça.

Trabalho dobrado nos últimos tempos graças a Deus. Eu gosto do que faço. Mais como a grande maioria eu quero ganhar mais, bem mais. Para compensar todos meus anos de estudo. Só que isso não é fácil, ainda mais em cidade do interior como a minha. Então....preciso trabalhar, trabalhar e trabalhar. E claro, no tempo que não estou trabalhando estou tentando dominar o inglês. Que eu tento faz anos e não consigo. Aff.

 

Nesse espaço de tempo, eu fiz aniversário, esse ano decidi fazer uma festa bem legal, chamei uns poucos e bons, e foi maravilhoso!!!! O meu lado consumista também aflorou. Gastei horrores esse mês com celular, bolsa, sapato e roupas. Fazia tempo que eu tinha essas loucuras...

 

O inverno chegou, o frio ainda meio tímido por aqui...pelo menos até hoje que está chovendo e amanhã com certeza o frio vem com tudo...

 

Vou conferir as novidades nos blogs alheios, e aproveitar minha cama que está uma delicia...

 

Bom final de semana...

 

beijos

 

twitter: http://twitter.com/lugrotto



Escrito por Luzinha às 09h36
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Semana foi intensa!

Depois de um feriado prolongado. Muito trabalho, muita fila no banco, muitos acontecimentos. Uns bons e outros nem tanto assim. Resumindo...foi uma semana difícil. Nem tive tempo para academia.

Ontem fui em um barzinho com uma amiga e no meio da noite me lembrei que tinha esquecido de colher alguma coisa no "FarmVille" e hoje quando vou ler as notícias no site da Folha, encontro uma reportagem que fala exatamente sobre isso. E como sei que muitaaa gente aqui também é "viciado" no FarmVille, PetVille e outros joguinhos parecidos, vou pubilicar a reportagem aqui.

Espero que todos tenham uma boa semana.


Há três anos, o psicólogo Cristiano Nabuco atende viciados em internet, no Hospital das Clínicas de SP. "Achávamos que sexo lideraria os problemas, mas as redes de relacionamento são responsáveis pela maioria das dependências", diz.

Uma das novas "drogas" é o "Farmville", aplicativo mais popular do site social Facebook, com quase 90 milhões de usuários no mundo e mais de 1 milhão de fazendeiros virtuais no Brasil.

Parecem inofensivos. Mas esses novos jogos reúnem todas as características favoráveis à dependência: aumentam a autoestima, propiciam uma ascensão rápida (ainda que virtual), tornam-se mais difíceis nas fases seguintes.

Dessa forma, alerta o psicólogo, exercem mecanismos semelhantes aos de vícios em outros tipos de entretenimento: o usuário busca esse mundo para fugir dos problemas e simular uma vida social bem-sucedida.

"No tratamento, buscamos fazer um paralelo com o paciente para mostrar o quanto a internet não é uma opção, mas uma rota de escape de uma vida empobrecida", diz Nabuco.
Leia a seguir trechos da entrevista concedida à Folha.

FOLHA - Que riscos os jogos virtuais trazem?

CRISTIANO NABUCO - Quando analisamos seus efeitos negativos, a primeira coisa que vem à mente são os de combate. Eles favorecem a ascensão rápida nas fases iniciais para mexer com o ego do jogador e, depois, exibem dificuldades. Um dos poucos estudos sobre o assunto mostrou que, após dez minutos de jogo, há liberação de dopamina, neurotransmissor que motiva e aumenta a atenção.

FOLHA - Esses mecanismos também são encontrados nos jogos do Facebook e do Orkut?

NABUCO - Nos jogos mais recentes, como o "Farmville", há uma mescla de rede social com a perspectiva de poder administrar sua "propriedade". Ainda não temos fundamentos para explicar quais mudanças bioquímicas ocorrem. Mas, diferentemente de destruir, você passa a dividir, doar, construir. É como se a sua generosidade fosse praticada virtualmente.

FOLHA - Mas isso não seria bom?

NABUCO - A princípio, esses jogos seriam inofensivos. Mas veja este exemplo: atendi uma senhora de 52 anos que não tinha disposição para sair e estava com problemas de desempenho no trabalho. Parecia depressão até que, no quinto encontro, ela me contou que se cansava por causa dos horários em que ficava na internet. "Tenho uma fazenda, doutor. Quer ver no seu computador? Tenho de acordar às 4h da manhã para colher os morangos, senão eles estragam." Parecia uma menina mostrando sua Barbie nova! Tinha a fazenda mais bonita da comunidade virtual e não poderia correr o risco de perder esse "título".

FOLHA - Onde esses diferentes tipos de jogos se encontram no que diz respeito à dependência?

NABUCO - Todos promovem o aumento da autoestima. Para pessoas com depressão, fobia social ou um problema psicológico pontual, a perspectiva de "controlar" um ambiente se torna uma porta de fuga de realidades mal vividas. Essa paciente descrevia uma qualidade de vida muito ruim e tinha uma vida virtual muito boa.

FOLHA - Como ocorre essa promoção da autoestima?
NABUCO - Ela é construída sobre dois pilares: capacidade de controlar a frustração e de mudar o que está em seu entorno. Imagine um obeso que não consegue tolerar a frustração de ser gordo nem dizer aos colegas "não gosto disso" quando sofre uma brincadeira de mau gosto. Na internet, é só deletar quem os atinge. Lá, ele é o que não consegue ser de fato.

FOLHA - O "Farmville" e outros jogos complementam essa estrutura?

NABUCO - Dão chances de o indivíduo realizar sonhos muito rapidamente, desejos e fantasias que não conseguiria de outra forma. E, de quebra, gera a expectativa de ser admirado.

FOLHA - Esse bem-estar persiste por muito tempo?

NABUCO - Quem joga por horas seguidas se sente melhor, mas isso é pouco consistente, porque sabe que o sucesso está restrito à vida virtual.

FOLHA - O Brasil figura entre os maiores usuários das redes de relacionamento. Esses fatores teriam alguma relação?

NABUCO - Talvez você consiga igualar as pessoas por meio da internet, o que tem impacto por aqui. O menino da periferia pode ser ouvido em seu jogo da mesma forma que alguém em melhor posição social.

FOLHA - As redes sociais também são agentes da dependência?

NABUCO - Ninguém chega no meio de uma sala e diz "Pessoal, saí com fulano", porque é ridículo, mas muitos publicam isso em sites de relacionamento para milhões lerem. Para que você seja legitimado entre os demais, tem de ter sua página virtual. As pessoas estão viciadas em se relacionar pela internet. As redes dão um grau de satisfação e aceitabilidade que elas não teriam no mundo real.

FOLHA - O dependente é sempre mal resolvido com a vida?

NABUCO - Os profundamente dependentes perdem a habilidade de manejar o tempo que passam na vida virtual. Em 99% dos dependentes, há depressão, fobia social ou transtorno bipolar. Geralmente, há questões mal trabalhadas, como problemas familiares.

FOLHA - Mas, então, essa dependência é sintoma de outra doença?

NABUCO - Acreditou-se nisso por muito tempo. Mas observamos hoje comportamentos nesses pacientes que levam ao diagnóstico de dependência.

FOLHA - Quais são esses critérios?

NABUCO - Falar só de Orkut e de jogo, ter noção de que faz uso excessivo, mas não conseguir reduzir o tempo, apresentar depressão ou ansiedade, tender a mentir sobre uso abusivo, sofrer impacto na vida profissional e social e ter oscilações de humor se não acessa a internet.

FOLHA - Muitos correm o risco de perder a noção do real e do virtual?

NABUCO - O jovem não dá o telefone na balada, passa o MSN. Não liga, manda torpedo. Até a comunicação sofre interferências do mundo virtual. Quanto mais eu fico na internet, mais ocupo meu cérebro com essa vida virtual. Ele perde momentaneamente a habilidade de discernir o que é virtual do que é realidade.

(Por JULLIANE SILVEIRA - FolhaOnline)


Beijos

Luzinha

Twitter: http://twitter.com/lugrotto



Escrito por Luzinha às 11h28
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Eu aprendi...

...que ter uma criança adormecida nos braços é um dos momento mais pacíficos do mundo.

 

Eu aprendi...

... que ser gentil é mais importante do que estar certo.

Eu aprendi...

... que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho força para ajudá-lo de alguma outra forma.

Eu aprendi...

... que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir juntos.

 Eu aprendi...

... que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender.

Eu aprendi...

...  que os passeios simples com meu pai em volta do quarteirão nas noites de verão quando eu era criança fizeram maravilhas para mim quando me tornei adulto.

Eu aprendi...

... que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos.

Eu aprendi...

... que dinheiro não compra "classe".

Eu aprendi...

... que são os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular.

Eu aprendi...

... que debaixo da "casca-grossa" existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada.

Eu aprendi...

... que Deus não fez tudo num só dia; o que me faz pensar que eu possa?

Eu aprendi...

... que ignorar os fatos não os altera.

Eu aprendi...

... que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas está permitindo que essa pessoa continue a magoar você.

Eu aprendi...

... que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas.

Eu aprendi...

... que a maneira mais fácil para eu crescer como pessoa é me cercar de gente mais inteligente que eu.

Eu aprendi...

... que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso.

Eu aprendi...

... que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi...

...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi...

...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi...

...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi...

...que devemos sempre ter palavras doces e gentis pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las;

Eu aprendi...

que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência;        

Eu aprendi...

  ...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi...

...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;

Eu aprendi...

...que só se deve dar conselho em duas ocasiões: quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte;

Eu aprendi...

... que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.

(William Shaskeapeare)

"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina"

Boa semana.

Beijos da Luzinha



Escrito por Luzinha às 11h18
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Feliz Páscoa!!!!!

 

Essa data tão especial. Dia de reunir a família, de agradecer a Deus todas as coisas boas que acontece em nossa vida. Dia de comer chocolate sem culpa...(amanhã todo mundo corre para academia).

 

Hoje o que me faz falta são crianças na família, para poder esconder os ovos, fazer brincadeiras. Saudade disso. E aqui em casa acho que isso deve demorar mais alguns anos, nenhum sobrinho e nenhum filho vindo por ai. Oh maldade.

 

Para quem ainda não me segue no twitter segue o endereço http://twitter.com/lugrotto

 

Beijos

 

Luzinha



Escrito por Luzinha às 09h03
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